Hydroclean

Blog

Absorventes de óleo é a solução para o descarte correto da substância em indústrias


Quase um bilhão e meio de óleo lubrificante é consumido no Brasil, mas apenas 405 milhões tem destinação correta.

Nos segmentos industriais um dos grandes desafios é o correto descarte e reaproveitamento do óleo lubrificante, que é um subproduto do Petróleo produzido por grandes empresas do setor, como Petrobrás, Esso e Shell.
De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Rerrefino de Óleos Minerais (SINDIRERREFINO), aproximadamente 1,4 bilhão de óleo lubrificante é consumido no Brasil, enquanto que 405 milhões são coletados para reutilização. Os números mostram que são necessários investimentos no recolhimento eficaz dessa substância.
O engenheiro químico e professor PhD Jader Martins afirma que a coleta deste óleo é essencial, mas deve ser feita utilizando técnica e material adequado. “Existem soluções muito práticas para a execução deste processo, uma delas são os absorventes naturais, que são produzidos por substâncias minerais e as principais características são o fácil manuseio, a absorção imediata dos resíduos e o descarte econômico e sustentável”.

Riscos – Em decorrência do uso normal, o óleo presente, tanto em indústrias, quanto em serviços de garagem e postos de gasolina provoca algum tipo de gotejamento ou vazamento no piso do ambiente. O contato com o piso pode causar sérios danos a saúde dos trabalhadores que lidam diretamente com a manipulação do produto, além de comprometer o funcionamento dos equipamentos.
Jader Martins alerta também para os danos ao ecossistema. Ele destaca que o óleo lubrificante utilizado se não for removido corretamente pode resultar em grandes prejuízos ao meio ambiente.
“Em contato com o solo, o óleo pode atingir o lençol freático, inutilizando os poços da região do entorno. Se ele for descartado no esgoto, suas substâncias podem comprometer o funcionamento das estações de tratamento de esgoto, podendo inclusive interromper as operações desse serviço essencial. Por isso, em muitas situações se não é possível interromper o vazamento, é necessário é agir imediatamente e um caminho é a utilização de técnicas de absorção de óleo”.

 

Absorventes de óleo é a solução para

o descarte correto da substância em indústrias

 

Quase um bilhão e meio de óleo lubrificante é consumido no Brasil, mas apenas 405 milhões tem destinação correta.

 

Nos segmentos industriais um dos grandes desafios é o correto descarte e reaproveitamento do óleo lubrificante, que é um subproduto do Petróleo produzido por grandes empresas do setor, como Petrobrás, Esso e Shell. 

 

De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Rerrefino de Óleos Minerais (SINDIRERREFINO), aproximadamente 1,4 bilhão de óleo lubrificante é consumido no Brasil, enquanto que 405 milhões são coletados para reutilização. Os números mostram que são necessários investimentos no recolhimento eficaz dessa substância.

 

O engenheiro químico e professor PhD Jader Martins afirma que a coleta deste óleo é essencial, mas deve ser feita utilizando técnica e material adequado. “Existem soluções muito práticas para a execução deste processo, uma delas são os absorventes naturais, que são produzidos por substâncias minerais e as principais características são o fácil manuseio, a absorção imediata dos resíduos e o descarte econômico e sustentável”.

 

Riscos – Em decorrência do uso normal, o óleo presente, tanto em indústrias, quanto em serviços de garagem e postos de gasolina provoca algum tipo de gotejamento ou vazamento no piso do ambiente. O contato com o piso pode causar sérios danos a saúde dos trabalhadores que lidam diretamente com a manipulação do produto, além de comprometer o funcionamento dos equipamentos.     

 

Jader Martins alerta também para os danos ao ecossistema. Ele destaca que o óleo lubrificante utilizado se não for removido corretamente pode resultar em grandes prejuízos ao meio ambiente.

 

“Em contato com o solo, o óleo pode atingir o lençol freático, inutilizando os poços da região do entorno. Se ele for descartado no esgoto, suas substâncias podem comprometer o funcionamento das estações de tratamento de esgoto, podendo inclusive interromper as operações desse serviço essencial. Por isso, em muitas situações se não é possível interromper o vazamento, é necessário é agir imediatamente e um caminho é a utilização de técnicas de absorção de óleo”.