Hydroclean

Blog

Contaminação ambiental ainda é problema


Jader Martins foi fonte na matéria que saiu na revista do Minaspetro. Oil Sorb é a indicação para solução de problema de contaminação ambiental nos postos.

Postos respondem por 69% das ocorrências. E você, está agindo para reverter essa realidade?

Recente inventário divulgado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) apontou a atividade de postos de combustíveis como a maior causadora de contaminação nas áreas contaminadas gerenciadas pela entidade, respondendo por 69% das ocorrências. “O setor de postos de combustíveis é destaque em função do grande número de empreendimentos em funcionamento no Estado e da sua dispersão no território”, explica o gerente de Áreas Contaminadas, Luiz Otávio Cruz. Segundo ele, o principal fator na contaminação relacionada aos postos de combustíveis é a presença de substâncias químicas em fase livre, ou seja, contaminantes não solúveis em água, que levam à condição de perigo e riscos à saúde humana. “Assim que identificamos o passivo ambiental, o empreendedor deve continuar a investigação, cabendo à Feam o acompanhamento do gerenciamento dessa área. Caso o problema não seja regularizado, o posto é notificado”, afirma.

Existem no mercado, diversos produtos que podem auxiliar os revendedores a prevenir e reduzir os impactos ao meio ambiente. Um deles, é o absorvente natural que funciona tanto em água como em solo e atinge 100% de eficácia. Ele poder ser encontrado em diversas formas (em pó, grânulos, baldes, tambores e tapa boca de lobo) e age imediatamente se aplicado em um vazamento de óleo de um caminhão tanque, por exemplo. “É preciso ter o produto preventivamente, pois nesses casos cada segundo é sagrado”, alerta o engenheiro químico e criador do absorvente, Jader Martins.

Outro problema levantado pelo gerente da Feam é a baixa qualidade dos estudos na investigação das contaminações, o que implica retrabalho e maior tempo para solução do problema, e acaba por gerar custos adicionais para o Posto. “É importante que o posto tenha maior critério para contratação de empresas de consultoria para a realização das investigações e que tenha garantias contratuais da execução do que está sendo solicitado pelo órgão ambiental”, ressalta.

O advogado de Meio Ambiente do Minaspetro, Bernardo Souto, cita outras questões relacionadas ao meio ambiente (leia artigo na página 7). Portadores de AAF Cabe lembrar que a regularização ambiental, via licenciamento ou Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF), é também uma obrigação do posto. Isso porque a falta do diploma legal pode implicar sanções administrativas, como, por exemplo, suspensão da atividade e multas, além de impedir o empreendimento de participar de licitações públicas. A ausência do diploma legal tem, ainda, implicações junto ao Cadastro Técnico Federal administrado pelo Ibama. Destaca-se nesse sentido que os empreendimentos regularizados por meio de AAF têm as mesmas responsabilidades que os regularizados por meio da licença de operação e devem seguir a legislação pertinente, bem como as normas técnicas. O acompanhamento da regularização ambiental dos  empreendimentos com AAF é realizado por meio de fiscalização, sendo que, se identificadas não conformidades, o posto fica passível de autuação e até mesmo perda da licença.


Confira a matéria e a revista completa (nº 60, de 14 de março de 2014) em: http://www.minaspetro.com.br/noticias/revista-minaspetro/